Século XVIII · Origens
Ouro no rio Grande, e depois o gado
Foram bandeirantes paulistas, atrás de ouro, que chegaram às terras do rio Grande e fundaram o arraial. O ouro trouxe gente, como trouxe em toda esta parte de Minas, e como em quase toda ela não durou: o que ficou foi a agricultura e a criação de gado, que são o que sustenta o município até hoje.
O nome é de origem indígena e vem da cachoeira que existe no rio Grande, em terras do município. O registro do IBGE traduz o topônimo como cachoeira grande.
1880 a 1924 · O nome
De Santo Antônio da Ponte Nova a Itutinga
O distrito foi criado pela lei provincial nº 2.702, de 1880, com o nome de Santo Antônio da Ponte Nova, subordinado ao município de Lavras. Assim figura no recenseamento de 1920.
Em 9 de setembro de 1924, pela lei estadual nº 860, o distrito passou a chamar-se Itutinga. A mesma lei trocou o nome do distrito vizinho de Coruja, que virou Itumirim: as duas mudanças saíram juntas, e vinte anos depois um dos dois mandaria no outro.
1943 a 1953 · Formação
Trocou de município antes de virar um
Pelo decreto-lei estadual nº 1.058, de 31 de dezembro de 1943, Itutinga deixou de pertencer a Lavras e foi anexada ao novo município de Itumirim, aquele mesmo que fora Coruja.
A emancipação veio pela lei estadual nº 1.039, de 12 de dezembro de 1953, desmembrada de Itumirim, com instalação em 1º de janeiro de 1954. O município é de distrito único desde então, e tem 4.217 habitantes pelo Censo 2022: é a menor das cidades que a Aukage registrou até aqui.