Uma cidade que nasceu de uma capela erguida por dois amigos - sem nunca ter sido, ela mesma, terra de garimpo.
Francisco Antônio de Morais e Elias de Deus Vieira, dois amigos que se estabeleceram na região atraídos pela fertilidade da terra, decidiram construir uma capela. A obra durou dois anos, e em 25 de dezembro de 1835, dia em que se fixou o cruzeiro no local da futura Matriz de Nossa Senhora do Carmo, foi celebrada a primeira missa no então chamado "Arraial Novo".
A ocupação da região foi impulsionada pela Picada de Goiás, rota aberta pelos bandeirantes rumo às minas de ouro e diamante de Abaeté e Paracatu - embora a própria Carmo do Paranaíba nunca tenha sido, ela mesma, área de garimpo.

Em 1876, o arraial foi transferido e rebatizado Carmo do Paranaíba, em homenagem a Nossa Senhora do Carmo e ao rio Paranaíba, que banha o município. Em 4 de outubro de 1887, a Lei Provincial nº 3.464 elevou o povoado à categoria de cidade - embora sua instalação oficial só tenha ocorrido em 20 de abril de 1889.

Hoje Carmo do Paranaíba tem sua economia apoiada na agropecuária, com destaque para o cultivo de café no Cerrado. A cidade também guarda tradição religiosa forte, sediando desde 1936 uma das primeiras comunidades de frades capuchinhos de Minas Gerais.

Carmo do Paranaíba segue sendo registrada pela Aukage.
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