1840 · Origens
Dois amigos e uma promessa
Por volta de 1840, os fazendeiros Bernardo José de Carvalho e Antônio José Ferreira doaram terras de suas propriedades para erguer uma capela dedicada a Nossa Senhora do Carmo, no ponto onde se cruzavam as estradas que ligavam Patos de Minas a Araxá. Ao redor da capela formou-se um pequeno arraial, que cresceu apoiado na agricultura e na criação de gado.
Diferente de vizinhas como Paracatu e Romaria, Carmo do Paranaíba nunca foi terra de garimpo, a cidade se desenvolveu inteiramente a partir da lavoura, o que moldou sua vocação até hoje.
1866-1887 · Distrito, vila e cidade
O nome que veio da padroeira e do rio
O povoado foi criado distrito pela lei provincial nº 1738, de 5 de outubro de 1870, subordinado a Patos, e elevado a vila em 1880. Em 1887 tornou-se cidade, adotando o nome que combina a padroeira, Nossa Senhora do Carmo, com o Rio Paranaíba, que corta o território municipal.
Hoje
Café, milho e soja no Cerrado
A partir dos anos 1970, com a correção dos solos do Cerrado, Carmo do Paranaíba se firmou como um dos polos agrícolas do Alto Paranaíba, com produção de café, milho, soja e feijão. A cidade também é conhecida pela Cachoeira do Salto, um dos principais pontos de lazer da região.